Essa velha infância… Uma das coisas mais engraçadas e curiosas da minha, foi a fase dos namoricos com as primas. Ah… Como aprontei… Como aprontamos…
Mas a verdade é que sempre encarei minha sexualidade com naturalidade (para o desespero da minha mãe). Uma coisa inata sabe? Provavelmente deixaria Epicuro orgulhoso…
Mas é que namorar era tão bom… Aqueles encontros secretos no quintal da casa, nos sítios… Ou em casa mesmo… Hum, era o terror das minhas tias. Mas não pensem que agia sozinho. Uma prima em especial adorava bancar a “namoradinha em perigo”. Danadinha ela…
No fundo, éramos apenas crianças descobrindo a nossa sexualidade. Tudo tão sincero, tão pueril… Sempre gostei do gosto do beijo, do cheiro da pele… Na verdade, o corpo e a alma feminina me fascinam!
O estranho é que fui crescendo e me tornando um panaca na arte da paquera… Sabe aquele cara que demora para perceber/agir? Ah… Quanto tempo perdi. Mas o pior foram os namoros fixos cedo demais. Uma lástima.
Não me arrependo das minhas escolhas. Pra ser sincero, arrependo-me mais do que não fiz…
Mas como disse o mestre Renato Russo: Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer que não existe razão?
Maio 2, 2008 at 10:11 pm
Jack, o bodão! Rsrsrs