Já fazia tantos dias que não acessava meu blog, que simplesmente quase não me lembro da senha para atualizá-lo! Rsrsrs

Ocupado demais, esquecido demais, displiscente demais…

Seja como for, cá estou eu… Ansioso por escrever, por contar meus casos e acasos…

Para quem como eu, nasceu nos anos oitenta, em termos históricos, não temos do que reclamar. Fomos testemunhas oculares de fatos memoráveis e certamente, estamos dentro da História.

Assistimos a ruína de um sistema sócio-político que prometia finalmente, realizar a grande utopia da Terra: oferecer uma sociedade absolutamente igualitária e humanista (refiro-me, é claro ao comunismo). Vivemos o ruir de ditaduras patéticas e desnecessárias (c0mo o foi a iniciada aqui mesmo no Brasil, em 1964).
Presenciamos a eleição de um presidente, claramente com origem popular e voltado para o trato de temas sociais (o nosso Lula); vimos ainda a eleição do primeiro presidente negro dos E.U.A. e, anos antes, o surpreendente ataque terrorista as torres gêmeas (Word Trade Center).

O despontar da China como a nova gigante econômica mundial, a queda de Saddan Russein, o surgimento do Talibã, as reviravoltas da natureza…

Tudo tão confuso… E ao mesmo tempo, tão familiar… Eu mesmo, contenho o riso ao ouvir de pessoas ingênuas a constatação de que tudo isso que transcorre, nada mais é do que o “sinal do fim dos tempos”… Digo-lhe, caro (a) leitor (a), que o tempo só termina para quem morre.

Para mim, amante da ficção científica e do conhecimento científico em geral. Creio que a grande descoberta a ser esperada, será a existência de vida em outro planeta.

Quantas questões isso nos vai suscintar! Quantos credos vão ruir e outros tantos surgir. A dúvida, a confusão, a curiosidade. Não consigo vislumbrar um ambiente melhor para o intelecto humano. É tudo uma questão de tempo…

Uma boa amiga, partiu hoje inesperadamente, deixando muitos corações desamparados. Uma amiga gentil, simples, prestativa e amável. Uma mãe, uma irmã, uma senhora, uma mulher.

Estou certo que sentirei muita saudade dela. Assim como estou certo que muito do que se considera cotidiano e estável na vida de muitas pessoas – inclusive a minha – não será a mesma coisa.

Contudo, mesmo com todo o sofrimento, com todo o horrível sentimento de ausência e perda; sinto, em meu coração, que esteja onde estiver, ela está sendo muito bem recebida. Recebendo todo o carinho e amor de pessoas que sempre lhe foram caras. Recebendo consolo, paz, afeto, ternura e aconchego. Tudo o que nós, mais aspiramos…

Quem me dera, um dia, ter este privilégio. Quem me dera, poder encontrar amigos e meus queridos avôs um dia. Abraça-los, senti-los, toca-los. Mesmo o meu fiel e inesquescível cachorro “Leão”, é esperado ansiosamente em meus pensamentos.

Quero um dia, cair de joelhos, diante da paz…

Tenho refletido muito sobre o quadro de generalizada apatia dos alunos que conheço ou pelo menos, de boa parte da clientela que sirvo, em relação ao desejo de estar em sala de aula. Por mais motivadores e envolventes que sejam as aulas ou a postura dos professores, a classe permanece em muitos casos, alheia ao contexto da escola em si. A sua função elementar.

Curioso e reflexivo. Por algum motivo, para os nossos jovens, a escola não é mais o palco ideal da descoberta. Mais especificamente, a sala de aula. E creio que está nesta mesma sala a raiz do problema. No passado, as salas eram vistas como cenários ideiais para a aprendizagem: uma única porta, janelas altas e amplas, um quadro negro, giz, um professor, os alunos, o silêncio e a atenção.

Nada mais enfadonho e desagradável nos dias atuais. De fato, e sendo bem sincero, creio que esta arquitetura não funciona mais. Eu mesmo, sempre que posso, dou um jeito de sair da sala com os meus alunos. Procuro ocupar outros espaços, outros cenários.

Por exemplo, logo ao lado da escola onde ensino, existe um pequeno teatro e uma quadra de esportes. Boa parte das minhas aulas têm sido nestes espaços. Mais que isso. Tenho passado muito trabalho para casa, muitas atividades que exijam dos alunos o contato e a troca com o mundo exterior.

Mas a apatia, parte ainda de questões muito mais complexas. O aluno não quer assumir o compromisso da sala de aula, porque, de maneira geral, as pessoas estão fartas de assumirem compromissos. De verem suas vidas sendo drenadas por tarefas infindáveis, alheias as suas necessidades mais básicas.

Que são (segundo Epicuro): Terem amigos, serem felizes, desfrutarem da liberdade e de uma vida levemente introspectiva.

Estamos transmitindo estas aspirações em nossas aulas de História? De Física? Biologia? Filosofia? Matemática?

Creio que não. Assim, por que abraçar a bandeira da inutilidade existencial? Em vão observo professores servindo-se de terrorizações do futuro; tais como: Se você não estudar, não conseguirá um bom emprego…

Tais argumentos não funcionam mais. Motivam pouquíssimas pessoas.

Ora, todos os dias, nos deparamos com idiotas ganhando milhões apenas por serem idiotas…

Alguém é flagrado nu… Ganha um programa.

Alguém é filmado (a) fazendo sexo oral… Torna-se uma “celebridade”.

Tudo é retratado como tão fácil, tão ao alcance de todos. E muitas vezes é!

Cabe a nós, professores, sugerirmos aos nossos alunos que essas mesmas “personalidades” são na verdade figuras efêmeras. Pessoas com pouquíssimo referencial de vida, com quase nenhuma bagagem. De que adiante frequentar locais sofisticados, comprar roupas caras, carros e mansões, se não maioria das vezes, você vai ser apenas um ridículo com dinheiro?

Desde os primórdios da Revolução Industrial, governos, aliados ou sujeitos dos interesses das grandes corporações empresariais, trataram de criar leis coersitivas na promoção de um típico perfil de trabalhador. Que deveria ser alguém sempre disposto ao serviço e que não questionasse o poder ou a ordem do empregador. Foi assim com as famosas leis “contra a vadiagem” da Inglaterra vitoriana e com tantas outras legislações “trabalhistas” que se seguiram.

Contudo, e felizmente, todo trabalhador é um sujeito como qualquer outro; uma pessoa com emoções e desejos; alguém que constroe para si uma visão de mundo.

Assim, quase a mesma velocidade, surgiram, no mundo do trabalho, indivíduos e grupos que questionaram abertamente os abusos e exigiram mudanças.

Jornadas menores de trabalho, garantias empregatícias, seguridade social. E isto, nunca se pode esquecer. Não foi fácil de conseguir. Alguém pagou caro por isso, alguém morreu por isso.

Mas a economia de mercado, claro, jamais aceitou essa nova realidade de bom grado. E existe sempre, um formador de opinião aqui e ali que pensa o contrário.

Dias atrás, por exemplo, no Jornal da Globo, com William Waack e Cristiane Pelágio, a jornalista tratando da falência da General Motors americana, afirmou categoricamente que foi a legislação trabalhista e os benefícios sociais dedicados aos funcionários que faliram a empresa ( ! ).

Pena ela não ter percebido que foi justamente uma ingerência empresarial o grande vilão da história. Em resposta aos carros com design arrojado, econômico e mais acessível ao bolso da Toyota, por exemplo, a GM insistiu em lançar os seus carrões caríssimos, roliços, pesados e bebedores de gasolina.

E é exatamente esta a grande questão. A frequente ingerência empresarial. Foram dirigentes desastrosos e gananciosos que causaram a última grande crise internacional.

Em minha modesta opinião, o que o governo americano deveria ter feito, era, estatizar os bancos quebrados e estabelecer uma ampla reforma tributária e financeira, tornando o crédito mais aberto, transparente e equilibrado. Mas claro, isso seria considerado “socialismo”.

E como estavamos na Era do patético George Bush…

Apesar disso, em países com uma democracia consolidada, como é o caso dos mesmos E.U.A, França, Inglaterra, Alemanha, e do nosso Brasil (será?) a política oficial de revisão das garantias trabalhistas (suspensão de direitos) tem caminhado a passos de tartaruga (ou não).

Qual a saída das grandes corporações então? Investir capitais em países política, econômica e socialmente fragilizados. Nações desesperadas pela necessidade de criar empregos, que não hesitam, inclusive, em adotar medidas autoritárias e anti-sociais. Que abrem mão das necessidades e garantias mínimas adquirida pelo trabalhador.

Sobre isso, meu amigo Jeremias me enviou um email com um ótimo texto. O link para os interessados é esse aqui:

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16116

Felizmente, a contrapartida é que a população, mesmo contra toda onda conservadora, contra toda tentativa de alienação e lavagem cerebral promovidas pelos grandes meios midiáticos (que pertencem também a empresários conservadores), parece estar mais consciente dos seus direitos. Parece estar preparada, para nos momentos mais drásticos e insuportáveis, reagir  e rebelar-se. Creio que chegamos longe demais para permitir que as conquistas sociais e trabalhistas desapareçam tão facilmente assim.

Em nações menores, exploradas por multinacionais, a subordinação ao capital perdura, horrorosamente. Mas me parece passível de ser revista. Basta apenas a classe trabalhadora se organizar. Não é uma tarefa fácil. Mas também, não é impossível…

A guerra declarada semana passada entre as duas maiores emissoras abertas brasileiras, Globo e Record, é pedagógica demais para não ser abordada aqui no Mundo de Jack. Trata-se de aula de como a informação é frequentemente manipulada, deturpada e redirecionada para determinados interesses.

Comecemos pela Record. Ainda a pouco, no programa “Reporter Record” a emissora afirmou que as denúncias contra a Igreja Universal partem da Globo. A expressão “denúncia da Rede Globo” foi amplamente mencionada.

Pois bem, não se trata de uma “denúncia” da emissora concorrente, mas sim, do Ministério Público e da Justiça do estado de São Paulo com fartíssima documentação. Existem provas categóricas do desvio de dinheiro dos fiéis – o dízimo – para uso pessoal, por parte de alguns dos líderes da organização.

São provas tão  fortes, que a emissora, no mesmo programa, procurou se servir de um comportamento defensivo amplamente utilizado pela advocacia em geral.

Que é o seguinte: Se você tem provas categóricas contra você, procure desqualificar os meios como as provas foram adquiridas; para assim, inutilizá-las durante o decorrer do processo judicial.

Essa atitude é tão evidente, por parte da emissora, que boa parte do Reporter Record foi dedicada, justamente a desqualificação de um dos promotores que investigam e processam judicialmente a Igreja Universal.

Quanto a Globo… Bem, dela muito se sabe. Foi amplamente favorecida pelo regime militar e servi-se de meios arbitrários – como a suspensão do sinal aberto da TV Diário, do Ceará, como forma de fazer prevalecer os seus interesses.

No fim, ambas as emissoras possuem inúmeros “esqueletos no armário” e tudo não vai dar em nada.

Contudo, os duros ataques de uma rede contra a outra vão ter o efeito positivo, de favorecer no telespectador, uma postura mais crítica e mais consciente, do que assiste. Vai poder assistir sentado em sua poltrona, como a informação, muitas vezes é deturpada para fins obscuros.

Vai entender que a televisão não é de forma alguma uma “caixa de verdades”.

Não sou fumante e confesso que me sinto incomodado quando perto de um. O simples captar da menor partícula de fumaça desencadeia em mim uma enxaqueca instantânea.

Apesar disso, achei horripilante a saída encontrada pelo governador de São Paulo (sempre ele), José Serra. No melhor estilo “rampa anti-mendigo”, Serra sansionou uma lei proibindo os fumantes de ocuparem recintos fechados, quando em suas tragadinhas.

Mas por acaso, todo “recinto” fechado é um cubículo abarrotado de pessoas? Desde então, nos deparamos com cenas constragendoras de pessoas descendo, as vezes diversos andares para irem fumar na rua. Quando poderiam simplesmente utilizar uma sala específica para esse fim.

Uma lei autoritária, simplista e míope, que agride diretamente a vítima e não o algoz. Será que o Serra moveu alguma palha contra as grandes corporações tabagistas?

O fumante compulsivo, é antes de tudo uma pessoa com problema de saúde. Ele se encontra dependente de uma substância. Ademais, será que uma tragadinha dispersa, vez por outra, faz mesmo tão mal assim?

Mas claro, como velho malabarista da retórica, o Serra soube perfeitamente driblar os questionamentos do senso comum com um dos velhos clichês informativos: Fez isso, por ser o cigarro, um “caso de saúde pública”…

Eu não fumo, mas fiquei com pena dos fumantes.

Há milhares de anos, um hominídeo extraordinário (ou terá sido uma mulher?) serviou-se de uma planta em chamas (certamente decorrente de um incêndio natural) e pensou nas inúmeras possibilidades de seu manuseio. Talvez tenha observado inicialmente como o fogo era útil para aquecer o ambiente e como era uma arma eficaz contra o ataque de diversas feras pré-históricas. Mais tarde, descobriria as propriedades da chama na arte culinária. Com o fogo, pode ampliar de forma significativa o seu cardápio (serviu-se de tubérculos cozidos, por exemplo).

E claro, foi muito mais além disso. Ele próprio (ou ela) aprendeu a produzir o fogo! E domesticou animais e plantas; produziu esculturas, adereços, vestimentas, habitações.

Mas claro, as coisas nem sempre davam certo. Acidentes, revezes, frustrações, dor, sofrimento; o homem não podia controlar tudo. Tivesse percebido há tempo que isso é exatamente um dos princípios que regulam o universo… O acaso. Mas do acaso, o homem pouco sabia. Assim, ou para o infortúnio ou para a glória, uma “força” maior certamente deveria estar atuando.

Isto se torna evidente na leitura dos textos antigos. Em Ilíada, por exemplo, não são os homens, os envolvidos nas grandes reviravoltas da guerra, mas sim um ou outro deus de seu panteão…

Como fomos infeliz em nossas elaborações mentais. Criamos os deuses! Surgia então, a mais devastadora das prisões da mente: a religião. Desde então, religião e Estado, religião e tabu, religião e medo, religião e tortura, têm andado de mãos dadas.

Não por acaso, todo governante antigo, quando queria fazer valer suas leis, atribuias-lhe a prerrogativa última da vontade divina. Foi assim com Aquenatom e seu hino ao Sol, Hamurabi e seu Código, Licurgo e suas Leis, Moíses, Dário e Alexandre. A “vontade dos deuses” justificava tudo!

O homem era mais e melhor quando não tinha qualquer deus sobre a sua cabeça.

Certa vez, o grande pensador Nietzsche perguntou-se como os povos germânicos caíram nas garras do cristianismo… Fato que lamentava profundamente. Ele não o soube, porque não existiam as informações que dispomos hoje.

Não foi a apresentação de uma mensagem “libertadora” e “nova” que tornou os povos germânicos cristãos. Mas sim, exatamente, algo que estas populações há muito conheciam. As noções de caridade, cuidados com as crianças, os idosos, as viúvas, os deficientes e os enfermos eram amplamente difundidas em seu direito consuetudinário.

Os germânicos também tinham personagens semideuses em sua mitologia. Jesus não foi visto de forma alguma como alguém extraordinário. Mas sim, reconhecido como um personagem a altura de um Thor.

Penso na necessidade dos deuses atuais na vida de muitas pessoas, como um tipo de amparo psicológico, uma ferramente para a vontade, a qual muitos recorrem. Afinal, onde pedimos por deus? Em qual situação problema? Normalmente em momentos onde nos sentimos desamparados e sozinhos.

Sobre a vida, sobre viver ou morrer, sobre ter ou não ter, sobre ser ou não ser, tenho comigo a seguinte fábula:

Um sapo foi atrevessar a estrada; mas para seu infortúnio, neste mesmo momento, um carro cruza o seu caminho. O sapo é então esmagado.

Qual o significado disso? Por que o sapo morreu? Por que o carro teve de passar exatamente nesta hora? O sapo foi o culpado por provocar a sua própria morte? Foi o carro o grande responsável pela tragédia que se abateu sobre o sapo? Existiu aí a mão de um pesado destino?

E aqui, o xis da questão é: Ambas as perguntas não fazem o menor sentido.

Um sapo morreu tentando a atravessar a estrada.

Significados e conceitos somos nós mesmos que criamos… Homens e sapos, são ambas criaturas em um mesmo universo. Nada, em um plano superior (espiritual), está reservado para qualquer uma das duas espécies em especial.

A diferença é que nós temos o intelecto.

Lendo na internet e assistindo pela tv o desenrolar do escândalo que circunda o presidente do Senado, José Sarney, chego a algumas conclusões que gostaria de compartilhar com os (as) meus (minhas) queridos (as) leitores (as):

1ª – Assim como Renan Calheiros, o que vai acontecer, no máximo com o Sarney é o seu afastamento da presidência do Senado. E só. Não esperem vê-lo cassado.

2ª – Como sempre, a cobertura de boa parte da imprensa é patética, simplista e direcionada pelo desrespeito com as nossas instituições públicas (O sensacionalismo da vez é o seguinte – “o homem cai ou não cai?”).

3ª – Na verdade, o problema não é Sarney, mas o Senado. Aliás, a forma como politicamente se organizou o seu funcionamento. Um órgão carcomido, que existe desde a época do império, há décadas tornou-se palco de negociatas, tráfico de influência e prevalência dos interesses pessoais e menores; gerenciados pelos “líderes partidários”. Uma instituição valiosa, que deveria referendar ou promover ajustes necessários às leis aprovadas pela Câmara dos Deputados…

4ª – Em vão observamos as palavras e o discurso que beira o desespero, de figuras ilustres como o senador Pedro Simon ou o senador Cristovan Buarque. O Senado, por si só, jamais vai resolver seus problemas sozinhos. Jamais! Toda a sua estrutura, todos os seus compartimentos, estão tomados por uma prevalência da ausência do espírito público. Assim, como um tolo que espera um milagre, vejo aquele cidadão omisso que torce para que as coisas se resolvam sozinhas.

5º – Só existe uma maneira de mudarmos o triste caso do Senado. E apenas UMA! Servir-se de nossa ferramenta basilar enquanto cidadãos: o VOTO! Precisamos assumir nossas funções públicas, precisamos analizar cautelosamente cada nome, cada político, pensar em nós mesmos, em nosso povo sofrido e no melhor para o nosso querido país.

Há décadas conhecemos as figuras, os nomes dos cretinos e canalhas que mandato após mandato, espoliam a nossa nação. Então que fazer? Mantê-los até o fim da vida em seus respectivos cargos?…

Afirmo que ambos somos ateus. Apenas acredito num deus a menos que você. Quando você entender por que rejeita todos os outros deuses possíveis, entenderá por que rejeito o seu.

Stephen Henry Roberts

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